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Blog de simao pessoa


Nova música de Eminem já está na rede

Após quatro anos no ostracismo, Eminem dá indícios de que voltou ao trabalho. Uma nova música do rapper americano acaba de cair na rede. Supostamente chamada de I’m Having a Relapse, a faixa provavelmente fará parte do novo trabalho do cara.

 

Eminem confirmou na última quarta-feira que o seu novo álbum vai se chamar Relapse. Segundo ele, a maior parte das músicas está sendo produzida pelo rapper Dr. Dre.

 

Apesar de ainda não haver informações oficiais a respeito do lançamento, especula-se que Relapse deva chegar às lojas já no início de 2009. Eminem não lança um trabalho inédito desde 2004, quando o álbum Encore vendeu mais de quatro milhões de cópias em poucos dias. 

 

Clique aqui e faça o download de I´m Having a Relapse

 

 

 

AVISO AOS NAVEGANTES

 

Sim, homeboys e tankgirls, o UOL mudou de cara. Ficou bonitinho, mas ordinário. Daí que esse meu blog – que mal completou dois anos –, feito um alimento vencido, também está com os dias contados. Há alguns dias, sempre que vou postar algum treco, ele indica que não possuo mais espaço disponível. Desconfio que atingi o limite da memória disponível para cada assinante.

 

Por enquanto, estou quebrando o galho deletando alguns posts antigos. Na prática, é como se você tivesse um relicário (ainda existem?) e tivesse que arrancar as páginas e jogar fora. Em suma (MG), uma grande filhadaputice. Resolvi jogar a toalha. O NYT informará



Escrito por simaopessoa às 00h37
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Neil Gaiman entrevistado por Edney Silvestre

Dica não diretamente ligada à música, mas totalmente voltada à cultura pop.

O blog Quadriteca recuperou esta excelente entrevista do autor de Sandman para o programa Espaço Aberto, da Globonews, realizada quando o britânico esteve no Brasil, em julho, participando da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip).

Material imperdível para os adoradores de Morpheus e dos Perpétuos.



Escrito por simaopessoa às 00h11
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Neon Neon conecta hip-hop e pop art

 

Jotabê Medeiros (AE)

 

O galês Gruff Rhys já esteve no TIM Festival anteriormente, com sua banda Super Furry Animals. Foi um auê. Agora, ele volta a bordo de um projeto paralelo, o Neon Neon, que tem apenas dois elementos: Rhys e o produtor norte-americano de hip-hop Boom Bip.

 

Em entrevista por telefone, Rhys falou da experiência que foi mixar um disco no Brasil na época do seu show (“Bons tempos, fizemos um trabalho muito bom com o Mario Caldato”) e, pelo que contou do disco Stainless style, seu novo trabalho com o Neon Neon, é um conceito semelhante ao da pop art, apropriando-se de signos da indústria cultural. No ano que vem, ele adianta, sai um novo álbum do Super Furry Animals, cuja idéia lembra a do livro Ulisses, de James Joyce - uma ação que remonta um dia na vida de um personagem.

 

Você é muito bem-sucedido com o Super Furry Animals. Qual a ambição em ter uma banda paralela?
 

GRUFF RHYS - Não há ambição alguma. Ou melhor: a ambição é fazer um disco bem maluco sobre a vida, sobre o dia-a-dia de caras como eu e Boom Bip. É algo que eu sonhava fazer há muito tempo. Há três anos eu conheci Boom Bip e começamos a imaginar esse trabalho. Mas a realização foi rápida: mixamos o disco em apenas três semanas.

 

O que vê de mais original nesse trabalho?
 

GRUFF RHYS - O que é mais interessante é a transposição de uma vida, de uma biografia, para a música. É um disco que é controverso em alguns momentos, que fala da mitologia das corridas e de aspectos da vida de um famoso industrial de automóveis (John DeLorean, preso por tráfico de drogas e que morreu em 2005, aos 80 anos, falido e clamando inocência). É suave em alguns momentos, em outros é mais denso.

 

Há faixas batizadas com nomes estranhos, como dos astros hollywoodianos Michael Douglas e Rachel Welch. Por que Douglas e Rachel?
 

GRUFF RHYS - É parte das nossas obsessões cotidianas, a figura dessas celebridades como Douglas, Welch ou Candice Bergen. Nós procuramos tornar esses ícones parte do tratamento comum da nossa vida, trazê-los do Olimpo para a vida real. As músicas se apropriam de tudo isso: filmes, programas de TV, e fazemos um mix irônico disso tudo com o hip-hop. Não é a representação de uma pessoa, mas de sua imagem, é a imagérie de Hollywood nos servindo de combustível, esse mundo dominado pela cirurgia plástica. Nós vimos esse disco como a oportunidade perfeita para brincar com um certo sarcasmo.

 

Você também prepara um novo disco com o Super Furry Animals, não?
 

GRUFF RHYS - Sim. Estamos em processo de pesquisa e gravação de demos e devemos finalizar o novo disco antes do final do ano. Nossos discos sempre são diferentes uns dos outros e esse agora vai ser um dos mais ambiciosos, muito aberto, muito diferente do que normalmente fazemos. Vamos gravar com uma orquestra e não haverá letras, apenas música. Será uma espécie de história contada em 24 horas de música, como se fosse um dia na vida de uma pessoa. É difícil de descrever, mas será algo assim.



Escrito por simaopessoa às 23h55
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O reconhecimento à Annie Leibovitz

 

LONDRES - Um dos principais museus de Londres, a National Portrait Gallery, inaugura amanhã uma superexposição sobre a carreira e vida da badalada e talentosíssima fotógrafa norte-americana Annie Leibovitz. A mulher é o bicho! É quase impossível que algum ser humano nas últimas décadas não tenha despertado para alguns de seus mais famosos cliques.

 

“Annie Leibovitz: A vida de uma fotógrafa 1990-2005” reúne mais de 150 fotos, em que estão registrados momentos de sua intimidade, como o nascimento das três filhas, reuniões em família e com amigos, sem falar das fotos ousadas e fantásticas que esta mulher produziu ao longo de sua trajetória. Esta, sim, é uma verdadeira artista - na plenitude desta palavra.

 

 

E justamente por ser uma das maiores profissionais dos últimos tempos, é requisitada por celebridades e personalidades (subentendido que quem faz parte do primeiro grupo necessariamente não pertence ao segundo).

 

Entre elas, podemos destacar Demi Moore grávida e despida – outra famosa capa –, Mikhail Baryshnikov, Nicole Kidman, Elizabeth II, Whoopi Goldberg, Yoko Ono e John Lennon (a bombástica foto de primeira página da Rolling Stone"), Susan Sontag, Meryl Streep, Al Pacino, George Clooney, Bette Midler, Kirsten Duns, Julia Robert, etc, etc, etc. Pra alguém ser “alguém” de fato, precisa ser fotografado por Leibovitz.

 

 

A exposição traz ainda registros de fatos importantes da história mundial, como o cerco a Sarajevo, nos anos 90. “Eu tenho apenas uma vida. Tanto as fotos pessoais, como as que fiz como parte do meu trabalho, integram um todo”, diz Annie.

 

Annie Leibovitz começou a carreira nos anos 70 quando começou a documentar a cultura popular americana. Seus primeiros trabalhos foram publicados na revista Rolling Stone, da qual se tornou a principal fotógrafa. Anos mais tarde, passou a trabalhar para a Vanity Fair e Vogue, além de grandes campanhas publicitárias. A mostra fica em cartaz na National Portrait Gallery até 1º de fevereiro de 2009.

 

 

Quem quiser saber mais sobre a trajetória de Annie Leibovitz, vale a pena alugar o DVD “Annie Leibovitz – Life through a lens”, documentário que revela as muitas faces desta célebre porém reservada fotógrafa. Contrariando todas as expectativas, ela se mostrou inteira diante da cânera para a diretora do filme, sua irmã Barbara. Feito para a TV pública americana, foi exibido no Festival do Rio 2007.



Escrito por simaopessoa às 13h01
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Yes sairá em turnê mundial com novo vocalista

 

Apesar de estar se preparando para cair na estrada com um vocalista diferente da formação original, a banda Yes, de rock progressivo, deixa bem claro que Jon Anderson não está fora da banda. “É claro que não”, disse o baixista Chris Squire ao site da Billboard.

 

“Infelizmente, John teve problemas de saúde nos últimos anos e é por isso que faz tempo que o Yes não faz shows (o último foi em 2004). Tivemos de respeitar o fato de ele estar doente. Ele teve de ser internado várias vezes para vários procedimentos sérios. Se Jon ficar bem no ano que vem, ele voltará”, assegurou.

 

Depois que a asma de Anderson forçou o Yes a suspender a turnê de aniversário de 40 anos da banda, Squire diz que a banda de rock progressivo decidiu seguir em frente, contratando Benoit David, da banda Close to the Edge, que faz tributos ao Yes em Montreal. O objetivo é agradar “os fãs que sentem falta da música. Esta é uma maneira de honrar à música e agradar os fãs”.

 

Fundada por Jon Anderson (voz), Chris Squire (baixo e vocais), Steve Howe (guitarra e vocais), Patrick Moraz (teclados) e Alan White (bateria), a banda lançou o álbum de estréia com um som bastante psicodélico, que bombava no final dos anos 60. O disco foi muito bem recebido pela crítica e por fãs do mundo inteiro e o grupo saiu emplacando um sucesso atrás do outro, como “Long distance runaround”, “Roundabout”, “And you and I”, “I’ve seen all good people” e “Starship trooper”, entre outros.

 

No mês passado, Anderson publicou uma mensagem em seu site, dizendo-se desapontado com a decisão de seus colegas, porém ela foi deletada. Squire acredita ter “a bênção do vocalista para sair e fazer isso”.

 

A banda se encontrará ainda este mês para os ensaios da turnê de seis semanas de duração, que começará em 4 de novembro, no Canadá. No roteiro, estão os clássicos e “coisas completamente novas” que o baixista escreveu com o guitarrista. Os espetáculos da turnê serão gravados para futuros venda e download na internet.



Escrito por simaopessoa às 14h05
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Um inesquecível tributo a Cartola

 

Tamyres Matos

 

Quem ainda insiste em dizer que brasileiro não tem memória, foi novamente desmentido ontem à noite, quando artistas de renome se encontraram no palco do Canecão para homenagear Cartola, que faria 100 anos no último sábado.

 

Lá estiveram Alcione, Beth Carvalho, Leci Brandão, Emílio Santiago, Nelson Sargento, Elba Ramalho, Sandra de Sá, Jorge Vercilo, Maria Rita, Rildo Hora, Dorina e Flávio Bauraqui, além da Velha Guarda da Magueira.

 

O evento, que também contou com a participação da Orquestra de Violinos Cartola Petrobras, teve a renda revertida para os projetos culturais do Centro Cultural Cartola.

 

Sob a direção musical de Jorge Cardoso, o espetáculo foi uma oportunidade para os admiradores da obra do fundador da Estação Primeira de Mangueira ouvir alguns dos muitos sucessos que criou.

 

O repertório de “Cartola eterno” trouxe as obras-primas “As rosas não falam”, cantada por Beth Carvalho (a primeira a gravá-la, na década de 70), “Corra e olhe o céu” (parceria de Cartola e Dalmo Castelo) e “Acontece”, que foram interpretadas por Leci Brandão, e “Autonomia”, na voz de Alcione. A direção da apresentação foi de Solange Nazareth, irmã da Marrom.

 

O artista que gravou o primeiro álbum aos 65 anos – sua discografia se resume a quatro elepês – teve uma carreira acidentada. Sua trajetória pode ser dividida entre a fundação da Mangueira, o ostracismo, o encontro e o casamento com Dona Zica, a abertura do Zicartola, a tardia consagração e o câncer, que o mataria aos 72 anos em 1980.

 

O reconhecimento de sua importância na música brasileira e de sua refinada poesia veio de formas variadas com a chegada do ano do centenário.

 

Além dos shows, outras realizações incluíram o lançamento do livro escrito por Mônica Ramalho (da coleção Mestres da Música), a peça de teatro Viva Cartola!, exposições, seminário, além de concursos de músicas e de monografias sobre o compositor.

 

A organização de tudo isso ficou a cargo, principalmente, da família e da escola de samba do coração do compositor.

 

O projeto “Cartola 100 anos” está sendo desenvolvido no Centro Cultural Cartola, dirigido por seus netos, Pedro Paulo e Nilcemar Nogueira, para apresentar seu trabalho às novas gerações.

 

O comportamento afetuoso de Cartola é lembrado por Beth em recente entrevista: “Ele era muito fechado, mas comigo era meio pai. De onde estiver, ele vai estar agradecendo essa homenagem”, diz.

 

A célebre frase de Nelson Sargento: “Cartola não existiu, foi um sonho que a gente teve”, que ornamenta a entrada do centro cultural da Mangueira, parece descrever bem os sentimentos que motivaram os cantores a participar do tributo.

 

A saudade de um tempo que passou muito rápido cumpriu a expectativa de um show verdadeiramente grandioso e inesquecível para os amantes do samba. Axé, Cartola!



Escrito por simaopessoa às 13h57
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Beastie Boys chamam artistas na luta por Obama

 

 

Alguns músicos norte-americanos seguem suas atividades em apoio ao candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama. Agora, Beastie Boys chamou Santogold, Jack Johnson, Ben Harper, Sheryl Crow, Norah Jones, Tenacious D, David Crosby e Graham Nash para a Get Out and Vote Tour, que começa no dia 28 de outubro. A eleição gringa será no dia 04 de novembro.

Conforme a Billboard, o objetivo da turnê é fazer o público se divertir e acordar no outro dia mais consciente sobre seu voto. Os Beastie Boys têm um consistente histórico de ativismo político, especialmente no que diz respeito ao governo norte-americano e à questão do Tibete.

Enquanto isso, Madonna segue atacando a vice do candidato John McCain, a descontrolada Sarah Palin, em seus shows. 

 

 

 

Já a banda Foo Fighters está acusando John McCain, candidato a presidência dos Estados Unidos pelo partido Republicano, de utilizar em sua campanha a música My Hero sem a autorização do grupo.

 

Em comunicado veiculado em seu site oficial, a banda afirma não ser a primeira vez que o candidato se utiliza de uma música sem autorização do autor. O grupo ainda disse que o candidato deturpou o sentido original da música, usando-a em seu favor.

 

“É frustrante e decepcionante ver uma pessoa, que espera falar pelos Estados Unidos, repetidamente, tenha tão pouco respeito em relação propriedade intelectual”, diz parte do comunicado.

 

Recentemente, o Foo Fighters anunciou uma pausa nas suas atividades.



Escrito por simaopessoa às 13h15
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Novo do Guns sai no dia 23 de novembro

 

A Billboard disse que Chinese Democracy, esperado novo álbum do Guns N’ Roses, chegará às lojas no dia 23 de novembro. Nos Estados Unidos, o lançamento será exclusivo para a rede varejista Best Buy. Reza a lenda que o álbum começou a ser gravado em 1994.

 

A estratégia inclui o lançamento da música inédita Schackler’s revenge no jogo Rock Band 2 e a inclusão da música If the world no filme Rede de Mentiras, com Leonardo DiCaprio e Russell Crowe.

 

Além disso, está programado o relançamento em vinil do álbum de estréia do Guns, Appetite for Destruction.

 

O último álbum de inéditas da banda foi o duplo Use your Illusion I e II, lançados simultaneamente em 1991. Depois disso, rolou The spaghetti incident?, com covers de bandas punk dos 70 e 80.

 

A marca Dr. Pepper havia prometido dar uma lata de refrigerante para cada cidadão norte-americano caso o disco fosse lançado em 2008. Só quero ver!

 

 

E já que estamos falando em “metal-farofa”, um músico chamado Samuel Bartley Steele está processando o Bon Jovi em quase um trilhão de reais.

 

Ele afirma que a banda plagiou a letra de sua canção “(Man I really) Love This Team”, de 2004, na música “I Love This Town”, gravada pela banda em 2007 no álbum Lost Highway.

 

Samuel conta que o vocalista Jon Bon Jovi ouviu sua música enquanto trabalhava na campanha pelo candidato à presidência John Kerry, em 2004.

 

O músico quer uma indenização de cem mil dólares para cada CD vendido pelo Bon Jovi contendo esta música, chegando ao valor de 400 bilhões de dólares.

 

“Será fácil de provar”, Steele afirma confiante na sua vitória. A banda declara ainda não ter notícia deste processo.



Escrito por simaopessoa às 13h06
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Franz Ferdinand usa ossos como instrumentos

 

Alex Kapranos disse à MTV norte-americana que o Franz Ferdinand usou fêmur, costelas humanas e outros ossos como instrumentos para gravar a música Katherine, Kiss Me, que estará no terceiro álbum dos escoceses, Tonight.

– Lembro que estávamos fazendo a música Kiss Me e, no refrão, queríamos ter o som de uma percussão bem seca. Achamos no canto do estúdio uma caixa com os esqueletos e decidimos experimentar – disse Kapranos.

Diz que ele e o guitarrista Nick McCarthy compraram a tal caixa de ossos em um leilão em 2007. A idéia inicial era decorar o estúdio, mas a ossada acabou virando instrumentos musicais. Kapranos disse que o som ficou “estranho e perverso”.



Escrito por simaopessoa às 21h35
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